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sábado, 30 de janeiro de 2010

O Salmo do Grande Pastor


(Salmo 23)

Os poucos versículos que compõem este Salmo, se apagados, deixariam um pequenino branco nas páginas de nossa Bíblia. Contudo, se os sentimentos nele expressados fossem apagados da vida, eles deixariam um buraco sem fundo no coração humano. O coração faminto não encontraria alimento; o coração perdido, nenhuma orientação; e o coração moribundo, nenhuma esperança. Afortunadamente, ele não foi apagado e cada homem que conhece o Senhor como Pastor, não sentirá falta de nada. Tracemos a tese do Salmo, "O Senhor é o meu pastor, nada me faltará", através da tríplice ênfase do contexto.


1. Meu Pastor dá. Não me faltará provisão. A provisão satura este Salmo: "pastos verdejantes", "águas de descanso", um "cálice transbordante", etc. Estes, naturalmente, são símbolos do pastor dando às ovelhas o melhor, e fazendo isso abundantemente. Mas, temos considerado o que custa ao pastor fazer tal generosa provisão? As pastagens verdejantes simplesmente se materializam nas colinas estéreis da Palestina? Não, estas provisões são o produto de tremendo trabalho. O pastor precisa limpar as pedras, remover o mato rasteiro, preparar o solo e irrigar os campos. Se isto não puder ser feito, então ele faz longas viagens para pesquisar no terreno áspero e encontrar pastagem. Daí, as dádivas do pastor vêm somente depois de tremendo sacrifício pessoal. Sem seu sacrifício não haveria dádivas. Assim, sem o pastor não haveria provisão.

Então, a satisfação das ovelhas é encontrada principalmente nas provisões ou no provedor? Seu contentamento é radicado nas dádivas ou no doador? No doador, naturalmente! Aprendamos que nosso Pastor proveu "toda sorte de bênção espiritual" através de tremendo sacrifício (João 10:11). E mais, compreendamos que, se o Senhor é nosso Pastor, então as provisões são simplesmente suplementos agradáveis. Deveremos buscar o Pastor doador por ele mesmo e nunca nos faltará provisão (Mateus 6:25-34).

2. Meu Pastor guia. Não me faltará orientação. O pastor é retratado duas vezes no texto como guia. Isto é necessário porque nenhuma outra classe de gado exige manejo mais cuidadoso, mais minuciosa condução, do que as ovelhas. Se deixadas a si mesmas, elas pastarão em pastagens improdutíveis, e perambularão sem rumo, tornando-se "comida fácil" para predadores famintos. O homem não é diferente: "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas" (Isaías 53:6).. Há caminhos que nos parecem bons, mas sempre levam à morte (Provérbios 14:12). Temos que confiar no Pastor porque só ele conhece as boas trilhas. Ele esteve em toda parte para onde estou indo, até através da morte, e retornou (Hebreus 13:20). Seu maior desejo é reconduzir os homens à boa trilha, uma trilha que no fim conduz a uma "coroa da glória" (1 Pedro 5:4). Eu penso que é por isso que meu Pastor é cognominado "o Caminho" (João 14:6)!

3. Meu Pastor guarda. Não me faltará proteção. Algumas vezes os caminhos certos conduzem através do "vale da sombra da morte". Quando a morte aparece no horizonte, Davi imediatamente deixa a terceira pessoa "ele" pela mais íntima segunda pessoa do singular "tu". Davi não está mais falando sobre o Pastor, ele está conversando com o Pastor. Note também: na presença da morte o pastor não está mais conduzindo à frente. Ele está ao lado, escoltando ("tu estás comigo"). As ovelhas, quando escoltadas por um pastor onipotente que é mais destemido e feroz do que todos os adversários combinados, "não temem mal nenhum". Elas sabem que o único modo do perigo se aproximar é sobre o cadáver do pastor! Nós também, podemos ter confiança sem medo na condução de nosso Pastor, mesmo quando ele conduz através do vale sombrio da morte. É seguramente tranqüilizador saber que a sombra de um cão não pode morder, a sombra de uma espada não pode matar e com ele a sombra da morte não pode ferir. Portanto, se ele nos guiar para a sepultura, deveríamos continuar a segui-lo ali. Tudo que lá está é uma mortalha vazia e um lenço dobrado (João 20:6-7). A morte é nada mais do que uma sombra sem dentes quando estamos na presença do Pastor Guardião!

Tragicamente, enquanto tudo isso que foi dito sobre o Pastor seja verdadeiro, se ele não for meu Pastor, então estarei sempre em falta. Por isso é que ele não é chamado um pastor, nem o Pastor, mas antes meu Pastor.. É tão lamentável que haja tantos que conhecem o salmista, muitos mais que podem recitar o salmo, mas poucos que conhecem o Pastor pessoalmente.. Você o conhece? Se sim, nada lhe falta. Se não, você nada tem.



por Ron Edwards
www.estudosdabiblia.net


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Postado por Tânia Regina no Blog da Tânia Regina em 11/26/2009 06:23:00 PM

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

NÃO SEJA RÉU


“Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo, e qualquer que chamar a seu irmão de raca será réu do Sinédrio; e qualquer que lhe chamar de louco será réu do fogo do inferno” (Mateus 5.22).

Precisamos fazer uma opção: amar ou não o próximo. Quem o ama jamais o condena, mas busca todos os meios de tirá-lo do erro. Já quem não o ama, por qualquer motivo, torna-se violento quando o outro o magoa. As condenações que o Senhor fez são verdadeiras e serão aplicadas a quem não as atender. Por isso, não seja réu do Juízo, do Sinédrio – à época, o mais alto tribunal religioso do povo judeu – nem do fogo perpétuo. Antes, cumpra os mandamentos e seja súdito do Reino eterno do Senhor.

É ordenança divina que nos amemos uns aos outros (João 13.34). Os que nutrem esse sentimento verdadeiro oram ao Senhor e buscam uma ocasião para abrir os olhos do próximo, por exemplo, quando esse se encontra no erro. Aquele que ama repreende, mas quem ama apenas “da boca para fora”, ao ver seu irmão no pecado, tem prazer em delatar seus pecados a todos. Já a pessoa que não o ama se encoleriza e diz-lhe desaforos, podendo proferir palavras de juízo que darão às forças das trevas poder para atacar e destruir quem lhe foi inconveniente. Então, quem se ira torna-se réu do Juízo.

Na verdade, o indivíduo que ama só quer o bem do próximo e, por conta disso, prefere sofrer uma calúnia a processar o caluniador. Mesmo tendo sido difamado, injuriado, ele intercede ao Pai e proíbe o diabo de continuar usando tal pessoa. Então, um dia, quem o magoou cai em si e o procura, pedindo perdão. Se você tivesse clamado a justiça divina exigindo reparação, poderia ser tarde, e esse dia, talvez, nunca chegasse. Além disso, o irmão errado teria ido para a destruição eterna. Que problema sério, não é verdade?

Conhecemos quem não pratica o amor pela violência com que responde às agressões e, até mesmo, às insinuações. Basta que se magoe com alguém, ou mesmo se chateie, para revelar os segredos do outro, buscando, assim, uma forma de descontar nele seu aborrecimento.

Não pense que o Senhor Se excedeu em Suas admoestações. Elas são verdadeiras e irão julgar-nos no último dia. Portanto, quem não prestar atenção ao que a Palavra de Deus declara – e essas três advertências foram feitas diretamente por Jesus – terá sérios problemas agora e por toda a eternidade, pois será réu do Juízo, do Sinédrio e do fogo do inferno. Não queira estar nessa posição, pois o julgamento será sem misericórdia. Se tiver de sofrer algum prejuízo, sofra, mas, nem de longe, queira executar justiça própria. É melhor fazer o que lhe foi mandado e ser súdito do Reino do amado Filho de Deus.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Missionário: um maluco, mártir, mendigo ou o quê?



A igreja evangélica brasileira em poucas décadas transformou-se de campo missionário em `celeiro de missões´. Como a igreja está assumindo e tratando seus missionários?

MALUCO?

Fui convidada para falar sobre missões numa igreja bem viva e dinâmica. A família que me hospedou não se cansava de ouvir minhas experiências missionárias. Até que, de repente, a filha que estava para terminar o curso de medicina começou a mostrar que estava seriamente considerando a possibilidade de servir na obra missionária.

O ambiente mudou totalmente; Isso seria uma loucura! Muitos cristãos ainda consideram o missionário basicamente um maluco. Como é que uma pessoa de boa formação ou com responsabilidades dentro da família abandona tudo e todos para embrenhar-se em alguma selva entre povos tribais ou para confrontar situações de alto risco em países resistentes, onde há falta de segurança e de confortos básicos? - Missionários solteiros, tudo bem (desde que não seja meu irmão ou minha filha), mas um casal com filhos é o cúmulo do absurdo! É claro que Deus não pediria uma coisa dessas para seus filhos!, é o pensamento de muitos.

Será que Deus não pediria? O que lhe custou o seu projeto missionário? A Bíblia afirma que se trata de uma loucura de Deus: uma loucura poderosa para salvar e transformar vidas humanas. Graças a Deus pelos que aceitam ser ´os malucos de Deus´ (1Co 1: 21-29) Mas isso significa uma atitude irresponsável da parte do missionário? Ou da Igreja? Infelizmente, muitas vezes tem sido! E aí já abandonamos a categoria da loucura segundo Deus para uma loucura humana, irresponsável. Isso acontece quando o missionário é enviado com um espírito ufanista, sem o preparo espiritual, bíblico, missiológico e pastoral adequado.

Quando ele ou sua igreja se sentem auto-suficientes, não precisam de ajuda ou orientação, nem de missionários mais experientes, nem de líderes cristãos nacionais. Assim, o missionário é enviado para ser benção, mas nem sempre será. Mas existe outra irresponsabilidade ou loucura injustificável e pecaminosa que nossas igrejas têm praticado. Enviam o missionário com a benção da igreja, que se orgulha em divulgar que sustenta ´X´ missionários.

Mas, de repente, surge um projeto de construção ou outra necessidade urgente que demanda toda a atenção. Ora, o missionário é pessoa de fé, Deus cuida dele e a igreja abandona seus missionários no campo. Será que o pastor também não é homem de fé? Por que, então, tal atitude inconseqüente? O missionário enfrenta dificuldades, às vezes problemas de saúde, falta de recursos básicos, falta de explicações e comunicação, dívidas. Como resultado, surge uma profunda crise.

Às vezes trata-se de uma pessoa que se adaptou bem ao campo, progrediu no estudo da língua nacional, relacionou-se bem com os nacionais e acaba sendo derrotada por esse abandono! Gostamos de falar em guerra espiritual, mas abandonamos nossa tropa de elite, nossos comandos no campo de batalha, sem orientação, sem recursos, às vezes feridos, sem qualquer cuidado! Nenhum exército humano faria isso. Outra manifestação dessa inconsistência acontece no momento em que o missionário põe os pés de volta no Brasil: Voltou do campo? Deixou de ser missionário. Acabou o sustento!

Um tremendo contraste com empresas e governos, que enviam funcionários para servir em outras culturas ou situações de risco, e sempre oferecem uma série de compensações. Mas, no caso dos nossos missionários, se o sustento não acaba por completo, geralmente diminui consideravelmente, afinal ´o missionário é uma pessoa simples, chamada para sofrer´... Não nego que muitos sejam chamados para sofrer. Mas esse sofrimento não deveria ser causado pela igreja que o envia e sustenta, mas pelas condições do contexto de vida do local onde trabalha.

É triste saber que missionários brasileiros voltam prematuramente do campo muito mais por causa da falta de preparo, de sustento e de apoio pastoral adequados, e por problemas de relacionamento com os que os enviam, do que por problemas de ministérios ou de relacionamento com as pessoas a quem servem, mesmo em países considerados de alto risco.


MÁRTIR?

Missionário?! Para mim é um ser muito mais santo, uma pessoa chamada para sofrer. É alguém que não se preocupa com as coisas do mundo, despojado. Um verdadeiro mártir! É assim que muitos vêem o missionário. Um ideal que pode ser admirado e colocado num pedestal, não um modelo para ser seguido. E é claro que uma pessoa que está no pedestal não precisa de minha ajuda e compreensão. Está ali para ser admirada (ou apedrejada).

Muitos missionários voltam dos campos emocionalmente exaustos, confusos, quebrantados, precisando muito de um tempo de renovação, cuidado e repouso.Mas são recebidos ou como heróis, como um programa lotado de compromissos, ou sem nenhuma atenção.

A igreja deveria ser a família onde fossem recebidos com amor, carinho, cuidado, interesse neles como pessoas e não só no trabalho que realizam. Há cristãos que, quando ouvem relatos de crises tremendas ou encontram o missionário doente, magro e exausto, aplaudem: Esse é um verdadeiro missionário! Mas, quando o mesmo missionário passa por uma fase mais tranqüila, facilmente surgem críticas e desconfianças: Ele fica viajando por aí com nosso dinheiro... Que trabalho realmente está fazendo? Parece até que está passando muito bem! O que significa mártir? Vem da palavra `ser testemunha´, `dar testemunho´. Mas aí o martírio não é privilégio só de missionários, e sim de todo cristão verdadeiro.... O que vemos na igreja primitiva? Certamente houve alguns mártires que morreram pelo seu testemunho. Mas a maioria deles recebia vários tipos de apoio de igrejas e irmãos, e não buscava o sofrimento.

Este vinha sem ser convidado, muitas vezes inspirado, e era enfrentado com fé e coragem pelos discípulos de Jesus, que até se sentiam honrados por sofrerem pelo seu nome. Será que estou defendendo a volta de uma busca do martírio? Não! Mas se não estamos dispostos a encarar seriamente essa possibilidade como conseqüência de nosso ministério em situações de crise, teremos de abandonar muitos dos campos missionários mais carentes. No século 19, muitos missionários iam ao continente africano sabendo que havia um alto risco para suas vidas.

Oitenta por cento morriam de malária, doença que ainda tem matado alguns jovens missionários brasileiros na África. Isso é doloroso, mas não significa o fim de nossa responsabilidade. Mais difícil é a situação em muitos países, onde o fundamentalismo religioso vê o cristão como ameaça à sua cultura, família ou nação. Tem havido muitos martírios, a maioria de simples cristãos nacionais, dispostos a arriscar suas vidas no seu testemunho (martírio), muitas vezes sobrevivendo com salários ínfimos.


MENDIGO?

Ainda outros vêem o missionário como mendigo: Na minha igreja, missionário não prega! Um visitante estrangeiro, a quem um pastor foi constrangido a ceder o púlpito, transmitiu a mensagem de Deus e, para surpresa do pastor preconceituoso, não pediu nada. Não estava ali para pedir. Podemos perguntar mais uma vez: por que o pastor é digno de salário decente, plano de saúde, auxílio para transporte, etc., e o missionário é obrigado a `pedir esmolas´ para o seus sustento? Pessoalmente, dou graças a Deus porque nunca precisei pedir pelo meu sustento.

Os próprios líderes da Missão escreveram algumas cartas e igrejas e irmãos se manifestaram com boa disposição para ajudar no meu sustento, muitas vezes fontes inesperadas e fiéis. Nunca faltou nada. Mas o missionário que é convidado para se apresentar com carta de sua agência missionária com vistas a levantar sustento para o seu ministério não deveria se sentir e muito menos ser tratado como mendigo. Ele não é um peregrino solitário, mas um enviado, um embaixador, em primeiro lugar de Jesus Cristo, mas também da igreja.

Missões é sempre um ministério participativo, nunca uma tarefa isolada de um excêntrico. Conheci uma missionária que, depois de vários anos de ministério frutífero no exterior, passou um tempo no Brasil para mais treinamento. Ela sofria com dor de dente, mas não tinha coragem de compartilhar essa necessidade com sua igreja, com medo de ouvir: “Lá vem nossa missionária pedir de novo!” A igreja deveria providenciar este e outros cuidados naturalmente, livrando seus missionários de tal constrangimento.

Por outro lado, a igreja não deve ser ingênua, como muitas vezes tem se mostrado. Há missionários com boa lábia, que despertam as emoções e levam as pessoas a contribuir. Estes, nem sempre têm um bom testemunho no campo. Há outros que são fiéis e respeitados no seu ministério: são mais humildes na apresentação e, por isso, são esquecidos. De qualquer forma, parece ser algo extraordinário, não normal, contribuir com o sustento missionário. A igreja deve saber também que é muito melhor sustentar alguns, com um compromisso integral de intercessão e cuidado pastoral, que dar esmolas a muitos. Uma igreja com coração missionário recebe bem seu missionário que vem de férias e o ajuda a conseguir moradia, cuidados de saúde, apoio pastoral, um lugar para descansar. Muitas igrejas ainda não têm essa visão. Assim, muitos missionários voltam ainda mais arrebentados para o campo.

Uma vez fui convidada insistentemente (quase forçada) para ir numa grande reunião de senhoras de muitas congregações diferentes. Estava com pouco tempo, mas cedi ao convite. Quando chegou o momento para o testemunho missionário, a dirigente falou: Tem uma pessoa aqui que veio nos pedir uma coisa. Vamos lhe dar dois minutos? Sentindo-me humilhada, consertei: Não vim pedir nada. Fui convidada para dar um testemunho. Se me ouvirem pelo menos cinco minutos, disponho-me a falar.

Soube que, numa grande conferência cristã na Inglaterra, alguém fez um apelo para que os participantes guardassem os saquinhos de chá usados para doar aos missionários. No dia seguinte, por toda parte, viam-se saquinhos secando ao sol. Por que não pensaram em usar duas vezes o mesmo saquinho de chá e enviar saquinhos novos para os missionários? Em várias igrejas, tenho pedido roupas e calçados usados e literatura evangélica para ajudar os irmãos angolanos.

Muitas estão dispostas a dar, mas não a selecionar, empacotar e, muito menos, ajudar nos custos de transporte. É sempre uma feliz surpresa quando uma igreja ou pessoa prontificam-se não apenas a doar, mas também a enviar as doações.


OU O QUÊ?

Afinal, quem é o missionário? É um ser humano, pecador, que comete erros, mas que foi salvo pela graça. É um ser humano vulnerável, que vive pressões muito maiores que as de cristãos que ficam em casa, e geralmente, têm muito menos estruturas de apoio. É um ser humano seriamente comprometido com o reino de Deus, disposto a abrir mão de muitos confortos, segurança e relacionamentos para obedecer ao seu chamado de amar e servir um povo diferente.

É um ser humano que precisa de pessoas que procurem compreendê-lo, interessar-se em seus problemas, dores, projetos, sonhos e frustrações. É um ser humano muitas vezes deslocado, desorientado, confuso, cansado, precisando de repouso, restauração de forças e amizade sincera. O que vamos fazer com ele?



* Antonia Leonora van der Meer (Tonica) foi missionária durante dez anos em Angola e agora trabalha na formação e no cuidado pastoral de missionários, no Centro Evangélico de Missões (CEM), em Viçosa, MG.



do Site:
www.jornalhoje.com.br


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Postado por Tânia Regina no Blog da Tânia Regina em 11/29/2009 06:17:00 PM

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A SUA GLÓRIA


“O entendimento do homem retém a sua ira; e sua glória é passar sobre a transgressão” (Provérbios 19.11).

O Criador deu ao homem uma glória: a de não ficar preso às transgressões, o que é recompensador. Com o entendimento que adquire por meio da Palavra de Deus, ele consegue segurar sua ira e não pratica a justiça própria. Deixar de usar o que o Senhor lhe deu é desprezar a participação do Altíssimo na própria vida, porém, agir segundo o plano divino faz o Pai ficar alegre e lhe dá forças.

Ao criar o ser humano, o Altíssimo, que é onisciente, sabia das provações que viriam sobre o ser criado à Sua imagem e semelhança. Então, Deus deu a ele a capacidade espiritual de se sobrepor ao desejo do inimigo. O que o diabo mais quer é que o homem use essa habilidade para amaldiçoar aquele que o ofende, retenha o perdão e pratique a vingança.

Quando a pessoa usa o que chama de seu direito de revidar a um ataque, ela sai das mãos de Deus e fica presa às teias diabólicas. Por outro lado, ao perdoar ao agressor, ela se livra de qualquer envolvimento maligno. Ao fazer isso, seu coração se enche de alegria. A recompensa a quem perdoa é mais valiosa do que o perdão para quem recebe.

O indivíduo que se volta para a Palavra de Deus recebe o entendimento do Senhor, consegue não permitir que a ira o domine e, consequentemente, não escolhe a vingança. Na verdade, dependendo da ofensa, haverá uma retaliação, mas será o Senhor quem a praticará. O melhor da vida é agir como o Pai orienta e, ao mesmo tempo, deixar que Ele faça a parte dEle. No entanto, é preciso pleitear-Lhe misericórdia, para que seja concedido o perdão ao ofensor.

Os loucos deixam de usar o que Deus lhes deu para solucionar qualquer conflito. Já os sábios são obedientes e preferem sofrer o prejuízo a conseguir um resultado adverso do pretendido pelo Onipotente. Quando obedecemos ao Pai, damos honra a Ele, mas ao Lhe desobedecermos, estamos desprezando-O. Jamais desconsidere Aquele que deve ser sempre honrado e glorificado.

No passado, os que agiram por conta própria e deixaram a direção de Deus de lado arrependeram-se mais tarde. Hoje, o mesmo erro comete quem não verifica o que o Criador o orienta em qualquer situação. Se há alguém que deve ficar satisfeito com as nossas atitudes esse deve ser o Senhor. Que o diabo sempre fique triste e frustrado com o que você faz. O segredo é deixar o Pai alegre.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares


domingo, 10 de janeiro de 2010

Deixando Deus ser Deus



“Sabei que o Senhor é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio”
Salmo 100:3

Se a nossa busca por Deus não for reverente, será mal-sucedida. Temos de reconhecer a soberania de Deus sobre nós, vendo-o não somente como o Criador, mas também como o nosso sustentador e reitor. É a nossa tentativa de nos regermos por nós mesmos que nos tem encrencado, e antes que o reino de Deus possa “chegar”, o nosso precisa “sair”. Temos de humilde, confiante e contentemente deixar Deus ser Deus.


Humildade. Em um mundo obcecado por si, o louvor a Deus torna-se, muitas vezes, pouco mais que o louvor aos nossos desejos. Demandamos que Deus seja aquilo que almejamos e que ele resolva os nossos problemas da maneira que prescrevemos. Mas Deus não existe para nossos propósitos pragmáticos, e o aviso de Oswald Chambers é sábio: “Cuidado com a tendência de ditar a Deus as conseqüências que você permitiria como condição de sua obediência a ele”.

Confiança. Aqueles que se sentam no trono de Deus e tentam controlar o que acontece no mundo logo reconhecem que o trabalho é, para um ser humano, tão estressante quanto impossível. Como nos liberta ficar calmos e deixar que Deus cuide do funcionamento do universo! A pessoa que o busca de forma reverente descansa na confiança que se pode contar com Deus para supervisionar o mundo sem o nosso conselho e fazer acontecer seus propósitos sem o nosso auxílio.

Contentamento. Deus deve ser o nosso centro, a fonte completa de nossa adequação, a única coisa que verdadeiramente precisamos. Quando chegarmos a entender a sua suficiência, e quando confiarmos nele sem reservas para suprir as nossas necessidades pela segurança e significância, poderemos experimentar uma paz que de outra forma seria inatingível. Dag Hammarskjold expressou a essência da paz nestas palavras: “Diante de ti em humildade, contigo na fé, em ti na paz”.

Buscar a Deus – na verdade e não com orgulho e auto-suficiência – é buscá-lo em reverência. É direito de Deus, não nosso, de estabelecer os termos de nossa relação com ele, e essa comunhão não será o que ansiamos até que deixemos Deus ser Deus. “Foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio.”


O grande ato de fé é um homem decidir que ele não é Deus.
(Oliver Wendell Holmes)

por Gary Henry
www.estudosdabiblia.net


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Postado por Tânia Regina no Blog da Tânia Regina em 11/30/2009 10:10:00 AM

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

"Tudo é possível ao que crê" (Marcos 9:23).

"Tudo é possível ao que crê" (Marcos 9:23).


É bem conhecido o fato de que John Newton, autor do hino
"Amazing Grace" (Surpreendente Graça) antes de entregar sua
vida para Cristo, era capitão de um navio que transportava
escravos da África Ocidental para a Inglaterra e
América. O que nem todos sabem, é que Newton continuou no
negócio escravo ainda por algum tempo. A única diferença
é que passou a tratar da sua carga humana com mais compaixão.

Só mais tarde Deus abriu seus olhos para os horrores de seu
comércio e ele tornou-se um pastor, pregando com zelo contra
a escravidão ilegal no Império Britânico. Deus lida
com cada um de nós de forma diferente. Com John Newton houve um
processo gradual de amadurecimento espiritual até que se
transformasse no homem que Deus desejava que fosse.


É surpreendente a graça com que Deus trata com todos
nós.
Ele transforma o grande pecador em alguém que busca
santificar sua vida e engrandecer o nome do Senhor. Ele nos
tira da agonia de uma grande tempestade e nos coloca seguros
em um mar de calmaria e bonança. Ele nos livra das densas
trevas e nos faz caminhar sob a luz de um sol vivificante.
Ele nos liberta do "nada" e nos faz regozijar com o "tudo".
Tudo é possível ao que crê e não há circunstância que tire a
nossa alegria.


Às vezes julgamos demorada a nossa bênção. Às
vezes a nossa mudança tarda um pouco. Mas, a bênção sempre vem.
Newton demorou um pouco a experimentar a "surpreendente graça" do
Senhor Jesus, mas ela chegou, fez dele um novo homem, uma
bênção plena e verdadeira. O velho homem Newton era
ligado à escravidão, mas, o novo homem Newton entregou a vida pela
libertação de todos os perdidos -- tanto os da raça
negra como de todas as demais.


Se a sua vida ainda não foi completamente transformada,
confie no Senhor. Se a sua bênção está demorando um
pouco, creia no Senhor. A maravilhosa graça de Deus alcança a
todos e logo virá para encher seu coração.

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Visite: www.otimismoemrede.com