COMO GANHAR DINHEIRO LENDO EMAIL

Ganhe dinheiro lendo e-mails! Trabalhe lendo e-mails, anúncios e ganhe dinheiro na internet! Cadastre-se agora através do meu convite!
http://www.e-clicky.net/herculano

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Trajetória: Conheça a História do lápis


O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim? A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".

sábado, 25 de setembro de 2010

Envolva-se no círculo do amor divino


Era uma vez uma rica senhora teve seu pneu furado em uma rua deserta, no momento em que passava um humilde rapaz. Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento.Chovia forte e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pode ver que ela estava com muito medo! e disse:

Eu estou aqui para ajudar madame, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato.

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante. Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Renato apenas sorriu enquanto se levantava...

Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria a sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado. Renato não pensava em dinheiro, aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe havia ajudado bastante. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. E respondeu:

Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar. E acrescentou: ... e lembre-se de mim. Esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.

Tinha sido um dia frio e deprimente mas ele se sentia bem, indo para casa desaparecendo no crepúsculo. Alguns quilômetros abaixo a senhora parou seu carro num pequeno restaurante. Entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante muito simples, e tudo ali era muito estranho para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem a sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco,podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato. Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem reais, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de R$ 100. Existiam lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:

Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém. Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir e a garçonete voltou ao trabalho.

Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil! Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso, agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

Tudo ficará bem, eu te amo Renato!

A VIDA É ASSIM . UM ESPELHO . . . TUDO QUE VOCÊ TRANSMITE VOLTA PRA VOCÊ... E GERALMENTE EM DOBRO ... ENTÃO PENSE EM TUDO QUE FOR FAZER

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A fortaleza do amor está sempre erguida


Fortaleza de Amor

Tabita não era convertida. Simplesmente vivia sua vida pagã sem dedicar sequer um pouquinho de seu tempo à igreja. Mas tinha um viver diferente das demais pessoas.

Pela manhã, quando saía para providenciar o desjejum, sempre encontrava algum necessitado pelo caminho dando-lhe oportunidade para manifestar seu primeiro gesto de amor do dia. Dava-lhe um pedaço de seu pão e aconselhava o necessitado a procurar um modo de vida mais produtivo.

Durante o dia, Tabita era confrontada freqüentemente com as oportunidades de ajudar os vizinhos. Costurava roupas para as mulheres, providenciava alimento para os trabalhadores e até curativo nas feridas dos doentes ela fazia. O orgulho de Tabita era servir ao próximo. E o melhor de tudo é que ela fazia tudo espontaneamente, sem o invólucro inconveniente da religiosidade. Servia
por amor ao semelhante.

Um dia Tabita foi acometida de uma doença repentina, um enfarto fulminante que ceifou sua vida. Os vizinhos ficaram inconsolados. E agora, quem ia lhes dispensar aquele amor? Perguntavam uns aos outros. O desconforto foi tão grande que criaram uma comissão para procurar um profeta. Talvez o profeta pudesse ressuscitar Tabita.

Quando chegaram à presença do profeta, foram logo justificando: - Nossa maior protetora morreu subitamente, a doença conseguiu ultrapassar as muralhas de sua fortaleza. Precisamos de ajuda.

O profeta decidiu ir ao socorro daquele povo contrito, mas não conseguiu entender essa estória de fortaleza. Então perguntou a uma criança que acompanhava o grupo: - Que estória é essa de fortaleza? Ao que o menino respondeu, explicando: - É que dona Tabita dava tanto amor ao povo, que acreditávamos haver uma fortaleza ao seu redor, uma fortaleza de amor.

De fato, o profeta chegou na casa de Tabita, orou e trouxe de volta seu fôlego de vida, dando margem ao povo de acreditarem que prevaleceu em Tabita a fortaleza que ela criara ao seu redor.

A bem da verdade foi essa fortaleza que moveu o povo a buscar ajuda no profeta para uma missão tida como impossível.

Se esta estória parece estranha para você, se você acha impossível que um profeta possa orar e trazer de volta a vida de um defunto, ou se você simplesmente não acreditou que exista alguém capaz de erguer uma fortaleza de amor em seu redor, leia a bíblia, em Atos capítulo 9 versículos 36 a 41.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Uma pequenina luz azul: Ali estava Deus


Marco percorreu por muitos anos em busca de Deus...
Se Deus existia, queria encontrá-lo. Senti-lo em seu coração.
Conheceu muitos lugares sagrados.
Viveu com pessoas que oravam a Deus o dia inteiro; outras que entoavam cantos sagrados a Ele, outras que dançavam para Ele, outras que jejuavam ...
Mas, nunca sentira a real presença de Deus em seu ser.

Um dia, ao entardecer, cansado de tanto procurar por Deus, sentou-se à beira do rio e se pôs a chorar.
Um choro longo e profundo.
Próprio daqueles que tiveram suas esperanças fortemente ameaçadas pela força contrária a sua vontade.
Perguntava-se, entre soluços, como fora possível tantos anos de estudos, meditações, jejuns, danças...
E nunca ter sentido a presença de Deus em seu ser.
E agora? O que iria fazer? O que iria buscar?
Não, não havia mais nada a ser buscado...
Deus também não estaria lá.
Estava esgotado...

Chorou tanto que acabou adormecendo ao lado do rio.
Em seu sono profundo, um sonho, um belo e raro sonho...
Estava dormindo à beira do rio e acordou de repente com a presença de uma pequena luz azul.

Esta luz pairava feito paina a sua frente e Marco pôde sentir, pela primeira vez em sua vida, um sentimento diferente, puro e luminoso.

Marco levantou-se, secando as lágrimas que ainda persistiam e sentiu aquela luz o envolvendo mansamente.

Marco sentiu uma norme paz em seu ser e aos poucos pôde ouvir uma voz serena vinda daquela luz bem próxima aos seus ouvidos, ao seu coração...

E esta lhe falava: Se choras por mim, sentirás dificuldade em me encontrar.
O único caminho para chegares até mim é através da tua alegria, do teu coração aberto, da tua paciência e da tua fidelidade.
Sendo assim, passas a permitir que eu floresça pouco a pouco nos campos do teu coração.
É preciso amar os caminhos que te conduzem até mim com todas as suas lentidões, com suas mudanças repentinas, com seus desvios, sem apressá-lo...
Eu desconheço o tempo, mas conheço cada fio de luz que te compõe.
Viver na Minha Presença significa engrenar no ritmo que move todas as coisas do Céu e da Terra para assim, aprender a desfrutar de cada instante.
Tu és a Minha Criança!
Protege-te docemente, descansa teu ser, que te cuido Eu.
Ter fé é viver o grande no pequeno.
Até o grande Carvalho, um dia, foi suavíssima penugem.
Saiba que aprecio muito mais a fidelidade às coisas pequenas, que estão ao teu alcance, do que as grandes que de ti não dependem.
Relaxa teu espírito, Eu estou contigo.
Sê humilde em tuas aspirações e encontrarás tudo de que necessitas para que não duvides da Minha Presença em teu ser.

Marco chorava sem cessar.
Seu coração fora tocado fortemente.
Sim, aquela luz era Deus a lhe falar!
És a minha criatura, que tanto amo.
Encerra tua dor, pois me tens contigo eternamente.
E assim, a luz desceu silenciosa sobre as mãos de Marco.

Quando Marco acordou, já era noite.
Sentia em suas narinas o vapor doce da água do rio.
A noite era fresca e a lua mansa brilhava no céu.
Lembrou-se do seu sonho e quando viu, uma pedra, pequena e azul ainda brilhava em suas mãos.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aguardando a visita de Jesus


Era uma noite iluminada... Um anjo apareceu a uma família muito rica e falou para a dona da casa:

- Estou te trazendo uma boa notícia: Esta noite o Senhor Jesus virá visitar a tua casa!

Aquela senhora ficou entusiasmada. Jamais acreditara ser possível que esse milagre acontecesse em sua casa.Tratou de preparar uma excelente ceia para receber a Jesus. Encomendou frangos, assados, conservas, saladas e vinhos importados. De repente, tocou a campainha. Era uma mulher com roupas miseráveis, com aspecto de quem sofria muito..

A pobre mulher disse:


- Será que não teria algum serviço para mim? Tenho fome e tenho necessidade de trabalhar.

A mulher toda ocupada disse:

- Ora bolas. Isso são horas de vir me incomodar? Volte outro dia. Agora estou muito atarefada com uma ceia para uma visita muito importante.

A pobre mulher se foi... Pouco mais tarde, um homem, sujo de graxa, veio bater à porta.

Ele falou:

- Senhora, o meu caminhão quebrou bem aqui na esquina. Não teria a senhora, pôr acaso, um telefone para que eu pudesse me comunicar com um mecânico?

A senhora, como estava ocupadíssima em limpar as pratas, lavar os cristais e os pratos de porcelana, ficou muito irritada:

- Você pensa que minha casa é o que? Vá procurar um telefone público...Onde já se viu incomodar as pessoas dessa maneira? Pôr favor, cuide para não sujar a entrada da minha casa com esses pés imundos!

E a anfitriã continuou a preparar a ceia. Abriu latas de caviar, colocou a champanhe na geladeira, escolheu na adega os melhores vinhos e preparou os coquetéis. Nesse meio tempo, alguém lá fora bate palmas. Será que agora está chegando Jesus? pensou ela emocionada. E com o coração batendo acelerado, foi abrir a porta. Mas se decepcionou. Era um menino de rua, todo sujo e mal vestido...

- Senhora, estou com fome. Dê-me um pouco de comida!disse a criança.

A mulher sem paciência respondeu:

- Como é que eu vou te dar comida, se nós ainda nem jantamos? Volta amanhã, porque esta noite estou muito atarefada... não posso te dar atenção...

Finalmente a ceia ficou pronta. Toda a família esperava, emocionada, o ilustre visitante. Mas as horas iam passando e Jesus não aparecia.

Cansados de tanto esperar, eles adormeceram. Na manhã seguinte, ao acordar, a senhora se viu, com grande espanto, a presença de um anjo.

- Será que um anjo é capaz de mentir? gritou ela. Eu preparei tudo especialmente para Jesus, aguardei a noite inteira e Ele não apareceu. Porque você fez isso comigo? Porque essa brincadeira?

O anjo disse calmamente:

- Jesus esteve aqui em sua casa pôr três vezes: Na pessoa da mulher pobre, na pessoa do caminhoneiro e na pessoa do menino faminto, mas a senhora não foi capaz de reconhecê-lo e acolhê-lo em sua casa...

Uma lição nós devemos aprender: Pratique a bondade sempre, Deus diz quem recebe os meus, a Mim recebe....

domingo, 5 de setembro de 2010

Ratoeira na fazenda: O problema não é meu


A Ratoeira

Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.

Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:

"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa."

A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:

"Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."

O rato foi até o porco e disse a ele:

"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira."

"Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse:

"O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher.

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e muitas Pessoas vieram visitá-la.

Muita gente veio vê-la o fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.