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sábado, 30 de outubro de 2010

PARE COM O CHORO



E os levitas fizeram calar todo o povo, dizendo: Calai-vos, porque este dia é santo; por isso, não vos entristeçais (Neemias 8.11). Esta mensagem precisa ser pregada com mais frequência em nossas igrejas. Os levitas leram a Palavra e explicaram o que o povo podia entender, porém, a choradeira começou. Então, eles se esforçaram, foram enérgicos e calaram o povo, pois, afinal, aquele dia era santo, e não de tristeza. Hoje, o povo tem-se tornado cada vez mais religioso e, como no passado, tem aberto a boca e chorado, achando que isso agrada a Deus. Porém, a Bíblia declara que a alegria do Senhor é a nossa força (Neemias 8.10). Sendo assim, não podemos sequer tolerar a tristeza que os pregadores de más notícias nos trazem, pois, para esses, a vida não tem valor; as praias, por exemplo, foram criadas pelo demônio, e a prosperidade é algo que provém do maligno – apesar de, no passado, terem reconhecido todas essas coisas maravilhosas como obras divinas. Está tudo errado! A Boa Notícia – a vinda de Jesus – traz alegria ao nosso coração, tira-nos da condenação e nos leva a um regozijo excepcional. Além disso, a mensagem do Evangelho abre nossos olhos espirituais e nos dá prosperidade, cura e solução para todos os problemas. Por isso, embora a religião e a tradição tenham impedido o Pai de operar no meio dos Seus, nós, cristãos, precisamos aprender a andar de acordo com Sua Palavra, e não segundo a tradição religiosa. O pregador que vive brigando com a congregação não está fazendo a obra de Deus, mas a sua própria. Esse ministro do Evangelho precisa compreender que a igreja não é dele, mas, sim, do Senhor. Todos deveriam ser ensinados pelo Altíssimo, pois nós, os pregadores, somos meros porta-vozes do recado divino. Porém, milhares de pessoas têm sido enganadas! Muitos hinos falam de tristeza, e diversos sermões são negativos e ensinam erroneamente que a resposta é o choro, que a vida é dura e só por misericórdia conseguimos aguentar as mais difíceis situações. O ministério de Jesus, no entanto, era diferente. O Mestre alegrava o coração dos pecadores, curava-os, perdoava-lhes os pecados e até aceitava convites para comer na casa das pessoas (Lucas 7.34). Lá, Ele mostrava que a vida com Deus era algo sem igual. No versículo que estamos estudando, vemos que, tão logo a Palavra foi lida e explicada, o pranto começou. Os levitas ficaram bravos e fizeram com que parassem com aquela choradeira. Eles disseram que o dia era santo e todos deviam festejar. E hoje, por que chorar, se Jesus venceu? Se tomarmos a alegria do Senhor, seremos fortes, pois ela é a nossa força. Então, não aceite nenhuma mensagem negativa, pois elas falam de sofrimento, não de vitória. Aquilo em que cremos é o que nos acontece. Se você acreditar que ficar com os olhos inchados de tanto chorar é o que agrada a Deus, o diabo fará a festa. Limpe seus olhos, sorria e alegre-se, pois você foi aceito no plano de Deus, e das mãos dEle ninguém pode tirá-lo mais (João 10.27-30). Em Cristo, você é mais, eternamente mais que vencedor (Romanos 8.31-39). Em Cristo, com amor, R. R. Soares

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O MONGE E O CESTO DE BAMBU


Havia um monge que reunia seus discípulos e os convidava a subir com ele até o alto de uma montanha para rezarem juntos. Fazia isso todos os dias. Perto dali, logo abaixo, havia um rio com águas puras e cristalinas. Certa vez, um dos discípulos perguntou ao monge: - Mestre, por que oramos todos os dias, se não conseguimos gravar as palavras em nossas mentes? Pouco me lembro do que oraamos ontem e já nem sei o que falamos há dez dias... O monge, com a calma e a serenidade que são típicas dessas pessoas, pegou um cesto de bambu, que estava próximo dali, e o deu ao discípulo dizendo: - Filho, vá até aquele rio e traga este cesto cheio d'água para mim. (Todos nós sabemos que um cesto de bambu não pode reter a água). O discípulo lá se foi... Ao voltar, com o cesto vazio, embora ainda molhado, o monge lhe perguntou o que ele havia concluído. E o discípulo respondeu: - Mestre, um cesto de bambu não pode reter a água, porque ela escapa pelos furos... - Só isso? - insistiu o monge - Então vá novamente ao rio e traga o cesto com mais água. E o discípulo foi novamente... Ao voltar, o monge lhe perguntou o que ele tinha concluído e a resposta foi a mesma. O monge pediu novamente para que ele repetisse a operação... E fez isso várias vezes... Depois de várias idas e vindas, finalmente o discípulo concluiu: - Mestre, agora percebo uma diferença: o cesto está mais LIMPO do que antes! Satisfeito com a conclusão, o monge acrescentou: - Exatamente! O mesmo acontece conosco, quando rezamos. Muitas vezes esquecemos as palavras, mas com certeza ficamos mais 'limpos' e o nosso espírito é purificado a cada oração. Deus sempre nos dá conforto em meio à tristeza, paz em meio à tempestade, estabilidade em meio às mudanças, perdão em meio ao pecado e amor em meio ao ódio. Através da oração, nós nos fazemos DISPONÍVEIS PARA DEUS.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CASAMENTO


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação. Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório. No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado. No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim. No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo". Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar". Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe. A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta. Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso. Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz! Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer. Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.. Obs.: o texto acima trata-se de um caso real. ( lamentável )

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A flor da honestidade


Certa vez um príncipe que queria se casar e então decidiu fazer uma disputa entre as moças da cidade para ver quem seria sua esposa. No dia seguinte, o príncipe anunciou que lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os sobre os preparativos, ficou triste, pois sua filha amava em secreto o belo príncipe.

Ao chegar a casa e contar sobre o desafio a jovem disse que também disputaria casar com o príncipe. A senhora perguntou surpresa:

- Minha filha, o que você vai fazer lá ? As mais belas e ricas moças da cidade estarão disputando.

Mas a jovem não desistiu. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:

- Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura princesa.

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade na arte da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, para poder realizar o seu sonho de casar com o príncipe. Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tentava de tudo, usava de todos os métodos que conhecia, mas nada crescia. Dia após dia. Seis meses se passaram e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente da semente não ter brotado, ela voltaria ao palácio, na data e hora combinadas, para ao menos ficar ao lado do príncipe. Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, e as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.

Finalmente o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela e humilde jovem, que estava com o vaso vazio, como sua futura esposa. As pessoas presentes ficaram surpresas e revoltadas. Ninguém entendeu porque ele escolheu justamente a moça que não tinha cultivado nada. Então, calmamente o príncipe esclareceu:

- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma princesa. A flor da honestidade. Pois todas as sementes que entreguei estavam estragadas, jamais poderiam brotar.

Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. Você será sempre um vencedor.