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sábado, 28 de abril de 2012

SER CRISTÃO


Leitura Bíblica: Atos 11.19-26
 
Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo (Atos 2.38).
 
A palavra "cristão" aparece três vezes na Bíblia: duas vezes em Atos e uma vez em 1 Pedro. A história de Saulo de Tarso, futuro apóstolo Paulo, ilustra bem o que significa tornar-se cristão.

A caminho de Damasco, onde pretendia perseguir os cristão de lá, Saulo tem um encontro com o próprio Senhor Jesus, que lhe ordena ir até aquela cidade, onde alguém o haveria de instruir. Lá estava Ananias para encontrar Saulo e ajudá-lo nos seus primeiros passos com Jesus. Assim, Saulo deixa de ser apenas um judeu religioso e passa a ser um seguidor de Jesus Cristo - um cristão. Passados alguns anos, Saulo foi procurado por Barnabé e levado para Antioquia, onde os seguidores de Jesus seriam pela primeira vez chamados de "cristãos".

Mais tarde, Saulo, agora chamado de Paulo, conta ao rei Agripa sua trajetória: primeiro como fariseu, zeloso da lei judaica e perseguidor dos que criam em Jesus Cristo. Depois relata seu encontro com Cristo no caminho a Damasco. Por último fala do seu envolvimento com a divulgação da mensagem da reconciliação com Deus por meio de Jesus. O rei Agripa, impressionado, responde: "Por pouco me persuades a me fazer cristão".

Paulo tornou-se cristão pela experiência que a Bíblia chama de "novo nascimento" - uma mudança de vida radical por submissão a Jesus Cristo. No dia de Pentecostes, quando essa mensagem de Jesus foi anunciada publicamente pela primeira vez pelo apóstolo Pedro, este explicou com as palavras do versículo em destaque o que cada um deveria fazer para se tornar seguidor de Jesus. Portanto, uma pessoa passa a ser cristã por meio do arrependimento pela vida sem Deus que levou até aí, da conversão a Cristo e pelo compromisso público com ele, nascendo de novo para uma vida em comunhão com Deus.
 
Autor: Helmuth Matschulat - Curitiba - PR

terça-feira, 17 de abril de 2012

MANDAMENTOS


 Leitura Bíblica: Êxodo 20.1-17
 
Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele (João 14.21).
 
É preciso reconhecer a abrangência e a atualidade dos Dez Mandamentos, listados no texto que lemos hoje. Eles não foram abolidos. No Sermão do Monte (Mateus 5-7) Jesus falou sobre a necessidade de aplicá-los em nossa vida, lembrando a profundidade de cada um deles. Por exemplo: a proibição de matar não se restringe ao assassinato propriamente dito, pois quem fica irado com alguém ou o insulta com ódio já deixou de cumprir este mandamento (Mateus 5.21-22).

É importante saber que a lei de Deus expressa nos mandamentos sempre foi algo bom para o ser humano. Seu propósito é apontar a direção necessária e fornecer as condições para uma vida equilibrada. Assim, não devemos considerar os mandamentos como um fardo pesado. Eles existem para tornar vida melhor. Quantos problemas há no mundo porque o homem esquece o Criador e se afasta daquilo que a Lei de Deus ordena?

Se quisermos aproxima-nos de Deus, precisamos conhecer e praticar aquilo que ele ordena. Somente assim seremos realmente felizes e bem-sucedidos. Para Israel, isso ficou bem claro em Deuteronômio 4.40: "Obedeçam aos seus decretos e mandamentos que hoje eu lhes ordeno, para que tudo vá bem com vocês e com seus descendentes, e para que vivam muito tempo na terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá para sempre". Que promessa maravilhosa!

A Bíblia ensina o caminho em que devemos andar. Isso inclui os Dez Mandamentos, que são resumidos por Jesus no Grande Mandamento: Amar o Senhor acima de tudo e o nosso próximo como a nós mesmos (Mateus 22.37-39). Analise sua vida e tome o cuidado de não chamar o mal de bem e o bem de mal. Observar os mandamentos de Deus é a direção certa para o caminho de quem deseja agradá-lo.
 
Autor: Hebert dos Santos Gonçalves - Ceres - GO

domingo, 15 de abril de 2012

MILAGRE


Leitura Bíblica: Gênesis 21.1-6
 
São as Escrituras que testemunham a meu respeito (João 5.39b)
 
Por que a Bíblia registra a história de Abraão, Isaque e Jacó? Por que é registrado com detalhes o milagre de um casal gerar um filho quando ambos já estavam em idade avançada? Estou certo de que não é para facilitar o estudo a história, divagações sobre o conflito do Oriente Médio, nem (como muitos acham) para estimular a acreditar em milagres (embora eu creia que Deus os realize em situações que considera oportunas).

A Bíblia tem um tema principal: a redenção por meio de Jesus. Ela mostra que a Divindade Única, o Ser Supremo sobre tudo que existe e a quem aprendemos a chamar de Deus, criou o Universo, formou este planeta e se envolveu diretamente na criação do ser humano: mostra como lhe voltamos as costas e tentamos construir nosso mundo (e nossas vidas individuais) à revelia dele (isto é, até dizendo crer nele, mas vivendo como se ele não existisse), e como Deus se empenha pessoalmente em nos reconciliar consigo mesmo - um nível tão alto de envolvimento pessoal que ele mesmo abriu mão de suas prerrogativas divinas e se fez homem para pagar na cruz o preço da reconciliação. O foco principal da Bíblia é Jesus, sua morte e ressurreição. A história de Isaque é mais um capítulo que mostra como Deus se importou em criar um povo especial, do qual no tempo próprio nasceria o Salvador.

Nós não somos um bando de animais um pouco mais evoluídos vivendo aqui no planeta Terra biscando realização pessoal. Fomos criados por Deus, nos tornamos seus inimigos fadados à destruição, e a cruz é na verdade o principal momento da história do homem.

Somos amados pelo Criador; a mesma Bíblia que narra a história de Abraão e seus descendentes conta também que por meio da fé e Jesus somos reconciliados com Deus que em nós vem habitar e transformar progressivamente em gente como deveríamos ser desde o princípio: como Jesus.
 
Autor: Miguel Herrera Junior - São Paulo - SP

sexta-feira, 13 de abril de 2012

PERDIDO!


 Leitura Bíblica: Lucas 19.1-10
 
O Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido (Lucas 19.10).
 
Lendo um artigo de uma revista de circulação nacional sobre um grande humorista que marcou o Brasil dos anos 80 até 2006, um fato que me chamou a atenção: é que recentemente foi lançada sua biografia e um destaque da matéria foi que, por causa do seu jeito de ser, ele chegou a ser tido pela família como um caso perdido. Quantas vezes você já ouviu alguém dizer: "Meu filho é um caso perdido" ou "Este caso já está perdido"? Alguns até aumentam - "Este mundo está perdido!". No texto de hoje vemos a história de Zaqueu - chefe da coletoria de impostos de Jericó. Trabalhava para os romanos e era considerado traidor pelos judeus, extorquia dinheiro do seu próprio povo. Zaqueu era um pecador perdido, mas o encontro com Jesus o regenerou (João 3.3). Folheando a Bíblia, podemos encontrar ainda outros casos que pareciam estar perdidos. Vejamos os seguintes exemplos (confira na Bíblia): um dos ladrões na crucificação (Lucas 23.42). No último momento, o que parecia estar perdido foi achado. A mulher adúltera (João 8.3) que, segundo a lei, deveria ser morta e acabou sendo salva. Raabe e toda a sua família, salvos por Josué quando da invasão de Jericó (Josué 6.25), embora a ordem de Deus fosse destruir toda a cidade e seu povo. A mulher que há doze anos sofria de uma hemorragia intensa (Lucas 8.43). Já havia gasto tudo em prol da sua saúde e, quando tudo parecia perdido, encontrou-se com Jesus e foi curada.. O carcereiro de Filipos (Atos 16.27): pensou que todos o presos, incluindo Paulo e Silas, tivessem fugido. Ia suicidar-se quando Paulo o alertou a não cometer tal erro. Pensava que tudo estava perdido, mas foi salvo. Poderíamos elencar tantos outros exemplos que a Bíblia nos oferece de casos que pareciam estar perdido, mas foram achados, salvos, resolvidos.

Assim desejo lhe dizer que seu caso não está perdido. Jesus veio por causa dele.
 
Autor: Kalley Gean Costa Brito - Brasilia - DF
 

quarta-feira, 11 de abril de 2012


VEJA DEUS - Leitura Bíblica: Jó 42.1-6
 
Agora os meus olhos te viram (Jó 42.5b)
 
eJó é um dos personagens que mais intriga os leitores da Bíblia. Ele faz perguntas com as quais todos nós, uma hora ou outra, nos deparamos. Quer saber por que Deus permite a dor. Ele não recebe respostas para suas perguntas, porém ganha uma grande experiência com Deus. Que experiência foi essa? Nossa relação com Deus pode ser de culto, quando vamos à igreja e celebramos junto com outras pessoas. Também pode ser baseado na razão, quando estudamos a Bíblia: queremos saber de Deus, entender sua Palavra. Veja que ambas são relações que envolvem outras pessoas - um pastor que nos ensina ou alguém que canta sobre o Senhor. Porém não foi assim a experiência de Jó. Ele teve um contato pessoal com Deus, conheceu-o como conhecemos um velho amigo, com quem compartilhamos segredos e derramamos nosso coração. As pessoas ao redor de Jó não puderam entender o que acontecia com ele, mas isso não o impediu de aprender com seu sofrimento. Enquanto suportava a dor de perder todos os filhos num único dia, de ver seus bens pessoais desaparecerem e de perder a saúde, ele sentou-se diante de Deus e decidiu que não sairia dali até que algo acontecesse, E então aconteceu: Deus se mostrou a Jó. Em meio aos problemas da vida, nem sempre entenderemos o que acontece. É normal questionar Deus e querer saber por que ele permite a dor. Todavia, o sofrimento tem sempre um propósito maior, fazer com que a gente se conheça e, acima de tudo, conheça Deus. Se a dor é uma realidade em sua vida, pare um pouco e tente encontrar o Senhor no meio de tudo isso. Talvez você não receba as respostas que procura, mas encontrará o dono de todas elas Você não o reconhecerá apenas porque alguém lhe falou dele, ou porque você estudou sobre ele. Mas o que verá com seus próprios olhos. O Senhor mesmo prometeu que aqueles que o procurarem com todo o coração certamente o encontrarão (Jeremias 29.14-14).
 
Autor: Eliceli Bonan - Faxinal dos Guedes - SC

segunda-feira, 9 de abril de 2012

NO CAMINHO

NO CAMINHO - Leitura Bíblica: Lucas 24.13-33
 
Sobre o que vocês estão discutindo enquanto caminham? (Lucas 24.17)
 
Depois de todo aquele alvoroço que culminou com a crucificação e sepultamento de Jesus, dois de seus seguidores fizeram uma viagem até Emaús. Estavam decepcionados e já não tinham esperança. Tudo parecia ter acabado. Antes de partirem, souberam que algumas mulheres tinham ido até o sepulcro onde havia sido colocado o corpo do Mestre e encontraram removida a grande pedra que fechava a a entrada. No lugar onde o corpo havia sido colocado eles viram anjos que anunciaram a ressurreição de Jesus.

Apesar das boas notícias, prosseguiram sua viagem, conversando sobre os eventos do último final de semana em Jerusalém. De repente, um terceiro personagem junta-se a eles e pergunta pela razão daquela conversa. Os dois estranham. Pode alguém em Jerusalém não saber o que aconteceu com Jesus, o nazareno?! Eles relatam os fatos ao estranho e explicam sua desilusão: "Nós esperávamos que era ele que ia trazer a redenção de Israel" (verso 21).

Curiosamente, o estranho começou a explicar aos dois que segundo as profecias, aquele sofrimento fazia parte da missão de Cristo, o Messias esperado por Israel. Aquele que os dois julgam tratar-se de um desinformado é que lhes traz todas as informações. Os dois passam a sentir algo novo quando compreendem o cumprimento das profecias em Jesus. Depois, seus olhos são desvendados e eles reconhecem nele o Cristo de Deus, realmente ressuscitado.

Muitas vezes estamos cegos como aqueles discípulos e não reconhecemos Jesus mesmo que ele caminhe ao nosso lado. Não queremos crer na Bíblia, nem confiar a ele nossa vida. Nossos conceitos sobre religião impedem que tenhamos um relacionamento com Deus. Mas tudo muda quando conhecemos Jesus e através dele temos um encontro com Deus. Você já teve esta experiência? Vai continuar caminhando sem Deus ou ao lado dele?
 
Autor: Helmuth Matschulat - Curitiba - PR

sábado, 7 de abril de 2012


Vigilantes cegos - Leitura Bíblica: Mateus 27.26-43
 
Sentando-se, vigiavam-no ali (Mateus 27.36)
 
Não foi esta a primeira vez que Jesus foi vigiado; aconteceu muitas vezes: os fariseus, para ver se ele curaria no sábado, para o acusarem; os sacerdotes, a fim de apanhá-lo em alguma palavra. O texto diz que os soldados o vigiavam; mas eles não entendiam que aquele era o maior momento da História da humanidade. Nunca houvera momento como esse - era um acontecimento de resultados eternos. E seus inimigos o vigiavam: a multidão, os soldados, os sacerdotes, todos viam somente três homens sobre três cruzes - nada mais! Vigilantes cegos, sem visão! Por sua morte, Jesus abriu as portas da vida eterna para aqueles que o confessam como Senhor e Salvador, e satisfez as exigências da lei de Deus. Ele carregava ali o pecado do mundo (João 1.29), mas, naquele momento, "os que passavam, lançavam-lhe insultos, ... dizendo: ... Desça da cruz, se é o Filho de Deus!".

Nada mudou desde que ele morreu! O homem é julgado pelo que ele pensa da cruz de Cristo, porém mesmo entre aqueles que se dizem cristãos, muitos respeitam a vida de Jesus, mas não dão importância à sua morte. Ainda gritam: "Desça da cruz!".

Todavia, o evangelho da cruz é tudo para aqueles que se reconhecem pecadores; é a cruz de Cristo que dá ao homem a convicção do próprio pecado. É Cristo "levantado da terra, que atrai todos os homens a si" (João 12.32). Escute suas palavras: "Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados" (Mateus 26.28). O apóstolo Paulo ensinou a mesma verdade - "temos redenção por meio de seu sangue" (Efésios 1.7). e "agora... vocês, que antes estavam longe, foram aproximados mediante o sangue de Cristo" (Efésios 2.13).

É maravilhoso o testemunho que o centurião deu sobre Jesus quando o viu morrer, dizendo: "verdadeiramente este era o Filho de Deus" (Mateus 27.54). E você, o que fará diante disto?
 
Autor: Edson de Oliveira Lima - Araraquara - SP

sexta-feira, 6 de abril de 2012

ESTÁ CONSUMADO!

Jesus brandou em alta voz: "Pai, nas tuas mão entrego o meu espirito." tendo disto isso expirou (Lc 23.46). Leitura bíblica - João 19. 28-30 Em minha familia, realizavamos o culto domestico todas as manhãs. Por acasião da pascoa, recordo que papai se emocionava com a exclamação de Jesus: "Está consumado!" É interessante que somente o evangelho de João traz esta expressão.Naquela época, eu ficava mais admirado com as lagrimas que rolavam pela face do meu pai do que propriamente com a exclamação de Jesus. Hoje, ao analisá-la, confesso, é meu rosto que fica molhado de lagrimas. "Está consumado!" é uma expressão de vitoria e satisfação por ter atingido o alvo - no caso de Jesus, a redenção efetivada. Segundo o registro dos evangelhos, quando Jesus disse isso eram tres horas da tarde. Como era possivel ele exclamar assim quando Já na noite anterior o seu sofrimento foi tal que o seu suor se transformara em gotas de sangue? E o que dizer do julgamento injusto a que foi submetido? Além disso, foi cruelmente açoitado e colocado nele uma coroa de espinhos! Foi pregado na cruz, onde sofreu ainda mais para, afinal, ensanguentado e em estado de completa exaustão, exclamar declarando sua alegria pelo cumprimento de sua missão! É possivel? Confesso que parei extasiado! sabe, leitor amigo, lá do alto da cruz Jesus fixou o seu olhar em nós, e com seu grito de alegriae vitoria ele nos diz: O preço do perdão de seus pecados já foi pago! Agora, creiam em mim e no que fiz por vocês para que sejam livres e desfrutem da graça de Deus! Está consumado! O apostolo Jão diz mais uma coisa impressionante: "Curvou a cabeça e entregou o espirito" (v 30). Apos concluída sua tarefa, ele inclinou sua cabeça, assim como reclinamos a cabeça sobre um travesseiro para descansar, e entregou-se voluntariamente após ter cumprido tudo o que era necessário para nossa salvação. Que amor maravilhoso! - HM
  Desde a morte de Jesus a ultima palavra é alegria.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

DÚVIDA?

Leitura Bíblica: Marcos 14.32-42 Chegou a hora! O Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores (Marcos 14.41). Quando terminei meu mestrado, meu pai me presenteou com uma poesia de autoria própria. Nela expressou o quão orgulhoso estava por mim e o quão importante eu sou para ele. A vitória era minha, mas não tenho dúvidas de que ele estava tão ou mais feliz do que eu. Também me lembro desta frase que ele me disse certa vez: "Eu sei que você tem sempre o controle da situação", eu só não quero ver você sofrendo". Pais se importam com os filhos, alegram-se juntos, sofrem juntos, sentem dor... Lendo este texto de Marcos, comecei a pensar na dor que Deus sentiu ao enviar seu filho para a morte. Jesus pediu ajuda ao pai. Você consegue imaginar a cena? Um filho, pedindo para não morrer e recebendo um NÃO como resposta? Sem dúvida: Deus sofreu, mas deixou que tudo acontecesse movido por outro amor, tão grande quanto o que tinha por seu filho: o amor por nós. Jesus poderia ter recusado o "não", como muitas vezes os filhos fazem, mas obedeceu, sem ser forçado a isto. Nosso Pai Celestial e seu Filho Jesus são perfeitos e sabem o que é melhor para a nossa vida. Jesus seguiu o conselho do Pai e morreu por toda a humanidade. Depois retornou, e eu não tenho dúvida de que ao final de tudo pai e filho se alegraram juntos pela possibilidade de salvação oferecida a todos. Sempre pensei no sacrifício de Jesus como algo supremo, magnífico, e assim é. Mas ao pensar agora que nós passamos por angústias semelhantes a que Jesus passou com o seu pai antes da cruz, faz-me dar ainda mais valor ao ato. Que pai humano deixaria seu filho morrer por quem não merece nada? Se você ainda tem dúvida sobre o valor deste sacrifício, imagine-se no lugar do Pai e reflita sobre o que aconteceu. Depois de tamanha demonstração de amor, o mínimo que devemos fazer é demonstrar gratidão e dedicar nossa vida àquele que nos ama a ponto de mandar seu próprio filho para morrer em nosso lugar. Autor: Ana Cláudia Gusso - Curitiba - PR

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A religião de origem africana

Por Eliseu Antonio Gomes
Perto de onde moro existe uma agência bancária. O gerente dela tem um problema peculiar e bastante comum nos centros urbanos. No período da noite, de quase todas as sextas-feiras, seguidores de religião afro-brasileira depositam pratos de comida nas áreas externas, no lado que fica próximo de uma encruzilhada de ruas, no gramado de um jardim da instituição. A prática é o famoso despacho, mais comumente conhecido como macumba. O gerente do banco tomou uma atitude diplomática para resolver esta situação. Contratou uma empresa de paisagismo e pediu que plantasse, por toda a área em que os “macumbeiros” acostumaram-se a usar, algumas plantas espinhosas. Então, há seis meses, na medida em que a nova vegetação cresce e ganha formas pelas mãos e tesoura do paisagista, a agência bancária ganha vista mais apreciável aos que passam diante dela e na mesma proporção as oferendas religiosas pararam de ser postas naquele local. Obviedade: espinhos arranham e ninguém gosta de ser arranhado. Alguns moradores da rua se sentiam indignados com a prática religiosa. Não é questão de preconceito religioso, a rejeição tem critério muitíssimo importante, é de autodefesa e defesa da sociedade. Os pratos de comida expostos assim, ao céu noturno e aberto, provocam a infestação de ratos. Todos nós sabemos que os roedores são responsáveis pela proliferação de doenças. Eles transmitem hantavirose, raiva, tifo murino, leptospirose, peste bubônica, sarnas e micoses. Algumas dessas moléstias são mortais. A professora É dito que no Japão, a figura do imperador recebe reverência de todas as pessoas da sociedade, mas ele se curva apenas para um segmento dessa sociedade, os professores. Isso demonstra inteligência, porque os educadores difundem conhecimento. Dias atrás, a partir do Diário do Grande ABC a mídia secular, com repercussão em blogs cristãos, trouxe um caso pitoresco ocorrido na Escola Estadual Antônio Caputo, situada no bairro Riacho Grande em São Bernardo do Campo. Um adolescente de quinze anos, cuja família é praticante do candomblé, o pai Sebastião da Silveira, 64, é sacerdote de cultos afros, acusa Roseli Tadeu Tavares de Santana, professora de História, de ser responsável pelo bullying que ele sofre por parte dos colegas. Segundo o rapaz, as zombarias aconteceram porque ela ora em sala de aula e incentiva os alunos a orarem também, manifestando assim a fé cristã. O pai processa o Estado de São Paulo por discriminação religiosa. Ora, será que o garoto não é agente provocador do bullying, não teria ofendido a religião cristã no ambiente escolar em algum momento? Ele vai à escola vestido de branco, porta colares extravagantes no peito? Nós sabemos que a fase da adolescência é efusiva. Líderes da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) compareceram na escola, reuniram-se com a diretoria e a professora. Deixaram seu departamento jurídico à disposição para auxiliar Roseli. A Apeoesp e a Diretoria Regional do Ensino de São Bernardo concedem apoio afirmando que religião faz parte do ensino de História. A Secretaria Estadual da Educação frisa que não fará comentários sobre o assunto até a conclusão da investigação. O prazo da apuração é de um mês, prorrogáveis por mais 30 dias. Roseli é moradora do bairro onde situa a unidade escolar em que trabalha há aproximadamente cinco anos Como educadora ela recebe elogios pela maioria dos estudantes, e também tem declarações favoráveis de colegas de profissão. Ela mantém atividades extracurriculares de combate ao uso de drogas. Conclusão A professora Roseli Tadeu continua a dar aulas na Escola Estadual Antônio Caputo e o aluno continua suas atividades de aluno naquele recinto. O Ministério Público abriu uma investigação para apurar as responsabilidades da professora e da direção da escola. O promotor Jairo de Lucca informou que, dependendo da providência que a Secretaria da Educação seguir, abrirá um inquérito contra Roseli. Em sua única manifestação à imprensa, a educadora disse por telefone que não reconhece ter cometido erro. Não convém culpar sumariamente a educadora pelo caso do bullying. Tal ação parece ser orquestrada, uma estratégia mascarada para fazer os cristãos se retraírem. A vigilância sanitária deve prestar atenção na situação de distribuição de oferendas em forma de pratos com alimentos nas grandes metrópoles e até em áreas rurais. Os legisladores precisam se debruçar sobre essas práticas religiosas e definir regras com vista ao bem dos cidadãos brasileiros. Gente, laicidade não é o Estado ter postura contra a religião. É estar completamente neutro. Portanto, a queixa contra a professora Roseli não tem fundamento e com certeza a família do garoto não se beneficiará financeiramente com este caso.
 E.A.G. www.ubeblogs.net
 O artigo está liberado para cópias. Favor citar autoria e o link do UBE Blogs - União de Blogueiros Evangélicos.
 UBE - União de Blogueiros Evangélicos

INCANSÁVEIS

Leitura Bíblica: 2 Tessalonicenses 3.6-15 Irmãos, nunca se cansem de fazer o bem (2 Tessalonicenses 3.13). Vez por outra surgem pessoas fazendo afirmações apocalípticas, que chegam a assustar. Isso comumente acontece em finais de períodos históricos. Lembram-se do que as pessoas discutem antes de eleições presidenciais? Nossos computadores se superlotam de avisos alarmantes. Em 2 Tessalonicenses, Paulo escreve para leitores que foram contaminados por cometários apocalípticos, pois, na primeira carta, falou-lhes da volta de Cristo para consolo dos cristãos perseguidos. Agora escreve outra para esclarecer dúvidas. Alguns diziam: "Bem, já que Cristo está voltando, para que trabalhar?" e viviam à custa dos outros. Pior, como não trabalhavam, sobrava tempo para se intrometer na vida alheia. Paulo ordena: Se não trabalha, não coma também. Já para os irmãos sinceros ele recomenda o que está registrado no versículo em destaque. Com isso ele quer dizer: Não aproveitem a desonestidade deles para fazer-lhes o mal. Não os tratem como inimigos, mas como irmãos. Quem sempre faz o bem jamais se arrependerá de tê-lo feito. Quer acertar sempre? Responda à ofensa com o perdão, à calúnia com a misericórdia, ao ódio com o amor. Esse procedimento glorifica Cristo e o cristão. Os leitores de Paulo deveriam "marcar" os ociosos e não associar-se a eles. Contudo, havia o risco de que exagerassem na dose e, ao invés de benfeitores, agissem como malfeitores. Um bom exemplo de bondade incansável temos no próprio Senhor Jesus com relação a Judas. Ele sabia da desonestidade do discípulo. Podemos supor que, para o Senhor, Judas valia mais do que o dinheiro perdido. E não é esse o desafio que comumente nos é oferecido? Mas, na maioria das vezes, ficamos tão ansiosos em fazer justiça que o resultado acaba sendo o oposto. Ao invés de primeiramente olharmos o outro como pessoa, fixamo-nos no valor econômico. Salvamos dinheiro, mas perdemos vidas. Faça o bem sempre e glorifique o Senhor! Autor: Manoel de Jesus Thé - São Paulo - SP