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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Morreu Nelson Ned, aos 66 anos; Conheça carreira e testemunho do cantor evangélico

Morreu na manhã do último domingo, 05 de janeiro, o cantor Nelson Ned, 66 anos, vítima de uma combinação de complicações clínicas.
Nelson Ned estava internado no Hospital Regional de Cotia, na Região Metropolitana de São Paulo, desde a tarde de sábado, 04 de dezembro, e faleceu em decorrência de um “choque séptico, sepse, broncopneumonia e acidente vascular cerebral”.
A irmã de Nelson Ned, Nelma Nogueira, revelou ao G1 que o cantor já vinha sofrendo com infecção pulmonar e urinária, e seu organismo não estava reagindo ao tratamento: “Ele teve febre muito alta e estava muito debilitado. Nos últimos dois dias, ele já estava inconsciente e respondia muito pouco”.
cantor famoso por sua voz potente e pouca altura – Nelson Ned media 1,12 – já vinha sofrendo com problemas de saúde mais sérios desde 2003, quando sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e desde então, precisava de uma cadeira de rodas pois não podia mais andar.
Carreira
Nos últimos anos, Nelson vivia numa casa de repouso na Granja Vianna, bairro nobre de Cotia-SP, e recebia visitas da irmã e do cunhado diariamente. Ao longo dos anos que cantou secularmente, Ned fez fama e dinheiro com músicas românticas.
No auge de sua carreira, “o pequeno gigante”, como era conhecido, vendeu mais de 45 milhões de álbuns, fez shows em diversos países, e teve suas músicas regravadas por outros grandes cantores nacionais. Entre suas principais músicas seculares, estão “Tudo Passará”, “Se Eu Pudesse Falar com Deus” e “Ninguém Irá Te Amar Mais do que Eu”, entre outras.
Nos Estados Unidos, Nelson Ned lotou por quatro vezes o Carnegie Hall, em Nova York, casa de espetáculos famosa e que, dentre outros, recebeu Frank Sinatra. O público que Ned levou ao Carnegie foi considerado um marco para a época.
Conversão
Nelson Ned se converteu ao Evangelho em 1990, e em 1996 lançou uma biografia falando sobre sua carreira, fama, sucesso, dinheiro e o que o levou a se converter.
Numa antiga entrevista ao apresentador Jô Soares, Ned disse que embora tivesse tudo, não sentia paz. A conversa, de 17 minutos, foi reverenciada pelo apresentador que à época, era contratado do SBT.
Quando passou a cantar músicas gospel, Nelson alcançou um Disco de Ouro logo em seu primeiro álbum, “Jesus Está Vivo”, com mais de um milhão de cópias vendidas.
A família lamentou a partida de Nelson Ned e frisou sua conduta como pessoa: “Ele é um homem que só deixou exemplos. Só tenho a agradecer a Deus por ter nascido na família que ele nasceu. Para mim é um privilegio”.


Assista a íntegra da entrevista concedida por Nelson Ned a Jô Soares no programa Jô Onze e Meia, do SBT:

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Estudo afirma que o cérebro das pessoas religiosas é menos suscetível a desenvolver doenças como a depressão

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Columbia, nos EUA, revelou que a anatomia cerebral daspessoas religiosas as torna menos propensas a desenvolver a depressão. Segundo o estudo, pessoas que nutrem sentimentos religiosos tendem a ter um córtex cerebral mais espesso o que, segundo os cientistas, proporciona um risco menor de desenvolver depressão do que as não religiosas.
- Nossas crenças e nossos humores são refletidos no cérebro, e com novas técnicas de imagem já é possível observá-los – comentou Health Myrna Weissman, professora de psiquiatria e epidemiologia da Universidade de Columbia.
- O cérebro é um órgão fantástico. Não só nos controla, mas é controlado por nossos humores – completou a professora, segundo a Reuters.
Dados revelados por estudos anteriores já haviam mostrado a relação entre depressão e religiosidade, mostrando que entre pessoas com predisposição genética à depressão, as religiosas podem ter um risco até 90% menor de desenvolver o transtorno do que as demais.
Esses dados levaram os pesquisadores ao estudo atual, que estudou 103 pessoas de 18 a 54 anos, parte delas com predisposição genética para a depressão – ou seja, com histórico da doença na família.
Os voluntários do estudo foram acompanhados por cinco anos, durante os quais os cientistas acompanharam a importância da religião em suas vidas e a frequência com que foram a igrejas e outros templos religiosos. Além do estudo de seus aspectos religiosos, os voluntários foram também submetidos a exames de ressonância magnética, de forma a estudar sua anatomia cerebral.
Os resultados do estudo, publicado no periódico JAMA Psychiatry, mostrou então que, entre os voluntários estudados, aqueles que davam mais importância às questões religiosas e espirituais possuíam um córtex mais espesso em algumas áreas do cérebro. Essa tendência se mostrou aindamais forte entre aqueles que tinham histórico de depressão na família.
Os cientistas observaram ainda que tal relação não foi influenciada pela frequência com que as pessoas estudadas iam a igrejas ou templos, mas sim com a importância que elas davam para o assunto em suas vidas.
Apesar da clara relação entre a religiosidade e a espessura do córtex cerebral, o trabalho dos cientistas ainda não conseguiu determinar se a importância dada à espiritualidade aumenta a espessura do córtex cerebral, ou se se a maior espessura da membrana predispõe uma pessoa a dar maior importância à religião.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Fonte: Gospel+